Saudade que não passa,
não dá trégua,
que não sai do pensamento.
Saudade quem em mim vive,
que pediu parada
e que se alojou peito a dentro.
Saudade que transborda
que arrepia,
saudade que quer ficar.
Saudade insana,
tanto quanto profana
uma saudade pendular.
Saudade que tem nome,
que tem cheiro,
que tem belos olhos e claros cabelos,
uma saudade de se invejar.
Saudade que virou minha amiga
que junto a ela escrevo poesias
para o meu amor eu cortejar.
Mariana O. Parente
domingo, 17 de outubro de 2010
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